A ordem do Desfile Farroupilha Santana do Livramento 2026 já foi definida. Em Sant’Ana do Livramento, a programação da Semana Farroupilha 2026 terá a participação de 32 entidades tradicionalistas, entre CTGs, PTGs, galpões crioulos, piquetes, invernadas campeiras e movimentos nativistas. A lista organiza um dos momentos centrais da celebração no município e permite que o público acompanhe com antecedência a posição de cada grupo no cortejo.
Neste momento, o que está confirmado é a sequência oficial das entidades. O CTG Princesa Isabel abre o desfile, enquanto o Fogão Negrinho do Pastoreio encerra a passagem. Para quem pretende participar como espectador ou acompanhar familiares e grupos específicos, a ordem já serve como referência prática para localizar as atrações comunitárias mais aguardadas da programação farroupilha local.
Ordem oficial do desfile em Sant’Ana do Livramento
A definição da sequência ajuda tanto as entidades quanto o público. No caso dos grupos, a organização facilita a preparação para concentração, deslocamento e entrada no percurso. Para quem vai assistir, a lista funciona como um guia simples para saber quando cada representação tradicionalista deve passar.
O desfile reúne grupos com perfis diferentes, mas ligados a um mesmo eixo cultural: a preservação de costumes, símbolos e práticas associadas à tradição gaúcha. A seguir, veja a ordem confirmada para o cortejo em Sant’Ana do Livramento.
- 1. CTG Princesa Isabel
- 2. CTG Ponteiros do Rio Grande
- 3. CTG Presilha do Pago da Vigia
- 4. CTG Fronteira Aberta
- 5. Jayme Caetano Braun
- 6. CTG Estância Velha da Tradição
- 7. CTG Sinuelo do Caverá
- 8. CTG Rincão da Carolina
- 9. CTG Crioulos da Fronteira – GT Tropeiro Velho
- 10. PTG Tradição e Folclore da Mangueira Colorada “Catalino Martins”
- 11. PTG Recanto Hopitaleiro
- 12. PTG Guasca do Caverá
- 13. Invernada Campeira Passo do Guedes
- 14. Entidade Tradicionalista CT Figueira
- 15. Movimento Nativo Upamaroti
- 16. PTG Raízes Nativas
- 17. Galpão Crioulo Epopéia Farroupilha
- 18. Núcleo Santanense de Criadores de Cavalo Crioulos (NSCCC)
- 19. Galpão Crioulo Urutau
- 20. Movimento Arte e Folclore Herança Xucra
- 21. Piquete Tradicionalista Maragatos e Chimangis
- 22. Piquete Lanceiros do Ibicuí D’Armada
- 23. Galpão Crioulo Malacara 7
- 24. PQT Passo do Mingote
- 25. Galpão Crioulo Grito do Quero-Quero
- 26. Invernada Campeira Coice e Manotaço
- 27. Movimento Nativo Coxilha de Santana
- 28. Invernada Campeira Parceiros de Palomas
- 29. Invernada Campeira Chão Batido
- 30. Galpão Caudilhos da ABB
- 31. Invernada Lanceiros Guapo
- 32. Fogão Negrinho do Pastoreio
O que o público encontra no desfile farroupilha
O desfile é um ponto de encontro entre entidades e comunidade. Ao longo da passagem, os grupos costumam apresentar indumentárias, bandeiras, referências históricas e elementos ligados ao universo campeiro, artístico e folclórico do Rio Grande do Sul. Em uma cidade de fronteira como Sant’Ana do Livramento, esse conjunto ganha peso especial por refletir a identidade regional construída entre tradições locais e circulação cultural intensa.
Na prática, o público encontra uma mostra ampla do tradicionalismo organizado no município. Não se trata apenas da presença de CTGs mais conhecidos, mas também de piquetes, galpões, movimentos nativos, invernadas campeiras e núcleos ligados à criação de cavalos crioulos. Essa diversidade ajuda a explicar a relevância do desfile dentro da Semana Farroupilha e amplia o interesse de moradores e visitantes.

Participação de 32 entidades mostra força do tradicionalismo local
A presença de 32 entidades no desfile indica uma rede tradicionalista ativa em Sant’Ana do Livramento. A relação inclui grupos consolidados e outras organizações que atuam na preservação da memória regional, no incentivo às práticas campeiras, na música, na dança e no convívio comunitário em torno da cultura gaúcha.
Esse conjunto também revela como a Semana Farroupilha mobiliza diferentes gerações. Crianças, jovens, adultos e idosos costumam participar desses grupos, o que ajuda a manter a transmissão de saberes, repertórios e costumes dentro das famílias e das comunidades. O desfile, nesse contexto, funciona como vitrine pública de um trabalho que ocorre ao longo do ano nas entidades.
CTGs e PTGs na sequência oficial
Os Centros de Tradições Gaúchas ocupam parte expressiva da ordem confirmada. Estão na lista nomes como CTG Princesa Isabel, CTG Ponteiros do Rio Grande, CTG Presilha do Pago da Vigia, CTG Fronteira Aberta, CTG Estância Velha da Tradição, CTG Sinuelo do Caverá e CTG Rincão da Carolina, além de outras entidades com atuação reconhecida no tradicionalismo local.
Também aparecem vários PTGs, como PTG Tradição e Folclore da Mangueira Colorada “Catalino Martins”, PTG Recanto Hopitaleiro, PTG Guasca do Caverá e PTG Raízes Nativas. Esses grupos ajudam a manter atividades culturais e encontros comunitários ligados à valorização dos costumes gaúchos.
Invernadas, galpões e movimentos nativistas
As invernadas campeiras formam outro bloco importante do desfile. Entre os nomes confirmados estão Passo do Guedes, Coice e Manotaço, Parceiros de Palomas, Chão Batido e Lanceiros Guapo. A presença desses grupos amplia a variedade de expressões tradicionalistas na programação.
Galpões crioulos, piquetes e movimentos nativistas completam a lista oficial. É o caso de Galpão Crioulo Epopéia Farroupilha, Galpão Crioulo Urutau, Galpão Crioulo Malacara 7, Galpão Crioulo Grito do Quero-Quero, Movimento Nativo Upamaroti, Movimento Arte e Folclore Herança Xucra e Movimento Nativo Coxilha de Santana. Juntos, esses participantes reforçam o caráter coletivo do evento.
Por que a ordem do desfile é útil para o público
A divulgação antecipada da sequência tem valor prático. Familiares de integrantes, simpatizantes de uma entidade específica e pessoas interessadas em registrar a passagem de determinado grupo conseguem se planejar melhor quando a ordem já está definida. Isso reduz incertezas e melhora o acompanhamento de um evento com muitas representações na mesma programação.
Outro ponto importante é a logística das próprias entidades. Em um desfile com 32 participantes, saber com antecedência a posição exata no cortejo facilita a organização de cavalos, bandeiras, veículos de apoio, indumentárias e deslocamentos internos. Essa previsibilidade é relevante especialmente em programações tradicionais de grande mobilização comunitária.
Semana Farroupilha movimenta a fronteira gaúcha
Em Sant’Ana do Livramento, a Semana Farroupilha costuma ir além do desfile e se conecta com uma tradição mais ampla de celebrações regionais no Rio Grande do Sul. Em outras cidades, a data também mobiliza bailes, programações artísticas, oficinas, religiosidade e gastronomia, como ocorre em 13 a 20 de setembro no Parque de Eventos Aldo João Bisleri, em Anta Gorda.
O calendário farroupilha de 2026 também inclui eventos prolongados em outros polos tradicionalistas, como shows e bailes de 5 a 17 de setembro no Parque Tradicionalista Rincão das Carretas, em São Gabriel. Esse contexto ajuda a dimensionar a importância do desfile de Sant’Ana do Livramento dentro de uma agenda estadual que mobiliza entidades, famílias e comunidades em diferentes regiões.
Orientações úteis para quem pretende acompanhar
Como o conteúdo confirmado até aqui trata da ordem das entidades, a principal recomendação para o público é usar a sequência oficial como base para decidir quais grupos deseja acompanhar mais de perto. Quem tem parentes ou conhecidos em CTGs, PTGs, piquetes, galpões ou invernadas pode identificar com antecedência em que momento do cortejo a entidade entra.
Também é importante considerar que desfiles tradicionalistas envolvem circulação de cavalarianos, delegações e estruturas de apoio. Por isso, o acompanhamento do evento exige atenção ao espaço do percurso e respeito às áreas de organização dos grupos. Em celebrações desse tipo, cuidados simples de deslocamento e observação do ambiente ajudam a acompanhar a programação com mais segurança e sem interferir na passagem das entidades.















