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Home Viagem

Anac muda regras para power banks em aviões; veja o que muda nos voos

por Rosangela Quinelato
28 de abril de 2026
em Viagem
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A Agência Nacional de Aviação Civil atualizou as normas para o transporte de power banks em aviões no Brasil. A mudança afeta passageiros que costumam levar carregadores portáteis na bagagem de mão para manter celulares, tablets, fones, relógios inteligentes e outros eletrônicos carregados durante viagens aéreas.

As novas orientações reforçam limites de quantidade, capacidade e uso desses dispositivos dentro das aeronaves. Entre os principais pontos, a Anac passou a proibir o recarregamento de power banks durante o voo e orienta que os passageiros evitem utilizar esses equipamentos para carregar outros aparelhos a bordo. A agência afirma que a medida busca ampliar a segurança operacional e reduzir riscos relacionados às baterias de lítio. As regras constam na atualização da Instrução Suplementar nº 175-001, que trata do transporte aéreo de artigos perigosos, e incorporam especificações da Organização da Aviação Civil Internacional. Fonte consultada: Anac.

  • Como viajar com mala de mão em 2026: regras atualizadas, limites e dicas para evitar taxas extras
Viagem de avião (imagem: Canva)
Viagem de avião (imagem: Canva)

Novas regras da Anac atingem passageiros em voos nacionais

A decisão da Anac chega em um momento de maior atenção internacional ao transporte de dispositivos com baterias de lítio. Esses equipamentos estão presentes em celulares, notebooks, câmeras, fones sem fio e carregadores portáteis, mas exigem cuidado porque podem apresentar falhas, superaquecer e, em situações extremas, provocar fumaça ou incêndio.

No caso dos power banks, a preocupação cresce porque esses acessórios concentram energia em baterias recarregáveis e costumam ser transportados em mochilas, bolsas e malas pequenas. Por isso, a Anac reforçou que os carregadores portáteis devem permanecer na bagagem de mão, e não na bagagem despachada.

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Essa regra permite que a tripulação identifique rapidamente qualquer sinal de aquecimento, fumaça, cheiro forte ou combustão. Caso um problema ocorra na cabine, os comissários conseguem agir com mais rapidez do que se o dispositivo estivesse no porão da aeronave.

Power bank só pode ir na bagagem de mão

A principal orientação para quem vai viajar é simples: o power bank deve ser levado exclusivamente na bagagem de mão. A norma já era aplicada no transporte aéreo, mas foi reforçada na atualização das regras.

Na prática, isso significa que o passageiro não deve colocar o carregador portátil em malas despachadas. O item precisa estar em uma mochila, bolsa, mala de cabine ou outro volume que permaneça com o viajante durante o embarque e o voo.

A medida vale para carregadores portáteis usados para celular e também para modelos mais potentes, utilizados para alimentar notebooks, tablets ou outros equipamentos eletrônicos. O ponto central é a bateria de lítio presente no acessório.

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Cada passageiro poderá levar até dois carregadores portáteis

A Anac também estabeleceu um limite de quantidade. Cada passageiro poderá transportar, no máximo, dois power banks em voos nacionais. A regra busca reduzir o volume de baterias soltas na cabine e facilitar o controle desses itens durante a viagem.

O limite deve ser observado principalmente por passageiros que trabalham em deslocamento, produzem conteúdo, carregam vários equipamentos eletrônicos ou costumam viajar com mais de um carregador portátil na mochila.

Quem pretende embarcar com mais de um dispositivo deve conferir previamente a capacidade de cada power bank e verificar se os acessórios estão em boas condições de uso. Equipamentos danificados, estufados, sem identificação clara ou com sinais de superaquecimento podem gerar restrições no embarque.

Capacidade do power bank define se o transporte será permitido

Além da quantidade, a Anac definiu limites de capacidade energética. Os modelos permitidos sem autorização prévia são aqueles com capacidade de até 100 Wh, sigla usada para watt-hora. Essa informação normalmente aparece na etiqueta, no corpo do aparelho, na embalagem ou no manual do fabricante.

Power banks com capacidade entre 100 Wh e 160 Wh poderão ser transportados apenas com autorização prévia da companhia aérea. Nesse caso, o passageiro deve procurar a empresa antes do voo para confirmar as exigências e evitar problemas no aeroporto.

Já equipamentos com capacidade superior a 160 Wh estão proibidos. Segundo as regras divulgadas, esses dispositivos não poderão entrar na aeronave e deverão ser descartados antes do embarque, caso sejam identificados.

Como verificar a capacidade do carregador portátil

Muitos consumidores estão acostumados a identificar power banks pela capacidade em mAh, como 10.000 mAh, 20.000 mAh ou 30.000 mAh. No entanto, as regras da aviação usam a referência em Wh, pois ela indica a energia total armazenada no dispositivo.

Quando o fabricante informa diretamente o valor em Wh, a conferência é mais simples. Caso a embalagem mostre apenas mAh e voltagem, o passageiro pode precisar calcular ou consultar o fabricante para entender se o item se enquadra no limite aceito.

Uma forma comum de estimativa considera a multiplicação da capacidade em ampere-hora pela tensão nominal da bateria. Mesmo assim, para evitar erro, o ideal é priorizar equipamentos com identificação clara no próprio produto.

Recarregar power bank dentro do avião está proibido

Uma das mudanças mais importantes é a proibição do recarregamento de power banks a bordo. Com isso, o passageiro não deve conectar o carregador portátil às tomadas ou entradas USB disponíveis em algumas aeronaves.

A restrição vale mesmo quando o avião oferece recursos de energia no assento. A orientação busca reduzir situações de aquecimento durante o voo, período em que qualquer ocorrência envolvendo bateria exige resposta imediata da tripulação.

Na prática, o passageiro deve embarcar com o power bank já carregado, dentro dos limites permitidos, e evitar qualquer tentativa de recarga durante a viagem. Essa precaução ajuda a diminuir riscos e evita abordagens durante o serviço de bordo.

Uso do power bank para carregar eletrônicos a bordo não é recomendado

A Anac também passou a sugerir que os passageiros não usem power banks para carregar celulares, tablets ou outros eletrônicos durante o voo. Diferentemente da recarga do próprio power bank, esse ponto aparece como orientação de segurança, não como proibição expressa nas informações divulgadas pela agência.

Mesmo assim, a recomendação deve ser observada com atenção. O uso do carregador portátil durante o voo pode gerar aquecimento, especialmente quando o acessório está em mau estado, é de baixa qualidade, não possui certificações adequadas ou permanece coberto dentro de bolsas e mochilas.

Para evitar transtornos, o passageiro pode carregar o celular antes de embarcar, reduzir o brilho da tela, ativar o modo avião, desativar recursos desnecessários e guardar bateria para o momento do desembarque.

Proteção contra curto-circuito passa a ser ponto essencial

Outro cuidado destacado nas novas regras é a proteção dos power banks contra curto-circuito. Os terminais devem estar isolados ou o equipamento deve ser mantido em sua embalagem original, quando possível.

A orientação evita que o dispositivo entre em contato com chaves, moedas, cabos soltos, objetos metálicos ou outros itens capazes de provocar contato indevido. Esse cuidado é especialmente importante quando o carregador fica guardado dentro de mochilas muito cheias.

Uma alternativa prática é transportar o power bank em um compartimento separado, em estojo próprio ou protegido por embalagem adequada. Também é recomendável evitar aparelhos com carcaça quebrada, cabos danificados, conectores frouxos ou sinais de alteração física.

Por que baterias de lítio preocupam a aviação

As baterias de lítio fazem parte da rotina dos passageiros, mas recebem tratamento especial na aviação por causa do risco de superaquecimento. Quando há falha interna, dano físico, fabricação inadequada ou uso indevido, o equipamento pode liberar calor, fumaça e fogo.

Em uma aeronave, mesmo um incidente pequeno exige atenção. A cabine é um ambiente fechado, com grande concentração de passageiros e equipamentos. Por isso, companhias aéreas e autoridades reguladoras adotam protocolos específicos para itens que armazenam energia.

O transporte na bagagem de mão permite resposta rápida. Se um power bank começar a aquecer ou soltar fumaça, a tripulação pode retirar o item do contato com outros objetos, aplicar procedimentos de contenção e monitorar a situação até o pouso.

Incidentes recentes aceleraram a revisão das regras

A atualização brasileira ocorre em meio a uma onda de preocupação no setor aéreo internacional. Nos últimos meses, incidentes envolvendo carregadores portáteis e baterias de lítio levaram empresas e autoridades a revisar procedimentos de segurança.

Um dos casos citados foi registrado em um voo da KLM que partiu de São Paulo com destino a Amsterdã. Um power bank pegou fogo durante a viagem, provocando fumaça na cabine. Apesar do susto, a aeronave não precisou realizar pouso de emergência.

Outro episódio envolveu a Air China, em um voo entre Hangzhou, na China, e Seul, na Coreia do Sul. Um incêndio atingiu o compartimento de bagagem de mão após a combustão espontânea de uma bateria de lítio, reforçando o alerta sobre objetos guardados nos bins superiores.

Companhias aéreas podem adotar regras mais restritivas

A Anac orienta que os passageiros entrem em contato com a companhia aérea antes do embarque, especialmente quando pretendem transportar power banks de maior capacidade ou quando não têm certeza sobre as especificações do equipamento.

As empresas podem adotar procedimentos próprios com base em avaliações de risco operacional. Isso significa que uma companhia pode impor exigências adicionais, pedir verificação do item no embarque ou restringir determinados modelos.

Essa checagem prévia evita surpresas no aeroporto. Quem viaja com acessórios eletrônicos deve consultar o site da companhia, canais de atendimento ou regras específicas para artigos perigosos aceitos na cabine.

O que muda para quem viaja com celular, tablet ou notebook

Para o passageiro comum, a principal mudança está no planejamento. O carregador portátil continua permitido, desde que respeite os limites de quantidade, capacidade e transporte. No entanto, o uso durante o voo passa a exigir mais cautela.

Quem depende do celular para documentos, transporte por aplicativo, mapas, reservas, mensagens ou trabalho deve sair de casa com os aparelhos carregados. Também vale levar cabos em bom estado e usar pontos de recarga disponíveis no aeroporto antes do embarque.

No caso de viagens longas, o ideal é administrar a bateria ao longo do trajeto. Ativar o modo avião, fechar aplicativos em segundo plano e baixar conteúdos antes do voo ajuda a reduzir o consumo sem depender do power bank durante a aeronave.

Resumo das regras para transportar power banks em aviões

As novas regras buscam padronizar o transporte dos carregadores portáteis e reduzir riscos dentro das aeronaves. Antes de viajar, o passageiro deve conferir se o equipamento atende aos limites definidos.

Veja os principais pontos da atualização da Anac para o transporte de power banks em aviões:

  • O power bank deve ser transportado apenas na bagagem de mão.
  • Cada passageiro pode levar no máximo dois power banks.
  • Modelos de até 100 Wh são permitidos sem autorização prévia.
  • Equipamentos entre 100 Wh e 160 Wh exigem autorização da companhia aérea.
  • Power banks acima de 160 Wh são proibidos.
  • É proibido recarregar o power bank durante o voo.
  • A Anac recomenda não usar o power bank para carregar outros eletrônicos a bordo.
  • O equipamento deve estar protegido contra curto-circuito.
  • Terminais devem estar isolados ou protegidos pela embalagem original.
  • Companhias aéreas podem aplicar procedimentos próprios de segurança.

Como se preparar antes de embarcar com power bank

Antes de sair para o aeroporto, o passageiro deve conferir a capacidade do carregador portátil e verificar se a informação aparece de forma legível no produto. Se o dado estiver apagado, ausente ou confuso, pode haver questionamento durante o embarque.

Também é importante observar o estado físico do equipamento. Power banks estufados, muito aquecidos, com cheiro estranho, partes soltas ou conectores danificados devem ser descartados de forma adequada e não devem ser levados para o avião.

Outra medida simples é organizar a bagagem de mão para manter o acessório acessível. Caso a equipe da companhia solicite verificação, o passageiro consegue apresentar o item sem atrasos ou necessidade de revirar a mala na área de embarque.

Dicas para evitar problemas no aeroporto

O passageiro que pretende viajar com power bank deve evitar improvisos. A melhor estratégia é levar apenas acessórios confiáveis, com capacidade identificada e dentro dos limites aceitos pela aviação.

Também é recomendável consultar as regras da empresa aérea antes do voo. Essa etapa é ainda mais importante em viagens internacionais, conexões com companhias estrangeiras ou trajetos operados por empresas que adotam políticas internas mais rigorosas.

  • Confira se o power bank tem a capacidade indicada em Wh.
  • Leve o carregador sempre na bagagem de mão.
  • Não coloque o equipamento em mala despachada.
  • Não tente recarregar o power bank dentro da aeronave.
  • Evite usar o acessório durante o voo.
  • Mantenha o item longe de objetos metálicos.
  • Proteja conectores e terminais contra curto-circuito.
  • Procure a companhia aérea se o equipamento tiver mais de 100 Wh.

Medida acompanha tendência internacional de segurança

A revisão das regras brasileiras acompanha um movimento observado em outros países e companhias aéreas. Após ocorrências envolvendo fumaça e fogo em cabines, empresas passaram a reforçar controles sobre baterias portáteis, especialmente aquelas transportadas soltas em bolsas e malas de mão.

Algumas companhias estrangeiras já anunciaram restrições próprias para determinados carregadores portáteis. Em certos casos, as medidas incluem limitação de capacidade, proibição de uso durante o voo e exigência de que os itens permaneçam sempre acessíveis.

No Brasil, a atualização da Anac busca alinhar os procedimentos nacionais às especificações internacionais e dar mais clareza ao passageiro. A mudança também ajuda tripulações e empresas aéreas a lidarem com um item cada vez mais comum na rotina de viagem.

Passageiro deve acompanhar atualizações antes da viagem

As regras para transporte de artigos perigosos podem passar por ajustes conforme novas orientações internacionais, avaliações técnicas e ocorrências registradas no setor aéreo. Por isso, quem viaja com frequência deve verificar as normas antes de cada embarque.

A consulta é especialmente relevante para passageiros que levam muitos eletrônicos, trabalham com equipamentos de imagem, viajam com drones, câmeras, baterias extras ou carregadores de alta capacidade. Esses itens podem seguir exigências específicas.

No caso dos power banks, a mensagem principal é que o acessório continua permitido, mas com limites claros. O passageiro deve respeitar a quantidade máxima, observar a capacidade em Wh, manter o item na bagagem de mão, proteger contra curto-circuito e evitar o uso a bordo.

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