Pelourinho, o símbolo do centro histórico de Salvador

Pelourinho (fonte: //www.deville.com.br/)

O Pelourinho, também conhecido por muitos como o Centro Histórico de Salvador, é o maior conjunto arquitetônico colonial da América Latina. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, é também considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, o que faz com que seja um local internacionalmente conhecido.
Seja por sua diversidade de cores, culturas e sabores, esse bairro soteropolitano é o ponto chave para quem deseja conhecer a fundo a bela cidade baiana, fundada por diferentes etnias.
Ele é constituído, principalmente, por construções que datam desde o século XVI até o século XIX, as quais, atualmente, funcionam como hotéis, centros culturais, restaurantes, cinemas e diversas lojinhas.
Vale lembrar que o termo “Pelourinho” consiste em uma coluna de pedra onde os escravos eram castigados, o que faz com que a manutenção do nome seja uma forma de buscar memória e respeito à diversidade brasileira.

Igreja de São Francisco (fonte: //viagemeturismo.abril.com.br)

Como chegar no Pelourinho?

É importante ressaltar que para se chegar lá, há vias de acesso por ônibus, automóveis, táxis… Entretanto, por haver áreas em que a circulação de veículos é proibida, e por ser um local extremamente frequentado, recomenda-se andar por lá a pé; por isso, utilize calçados confortáveis para subir as ladeiras e andar nas ruas de pedra.

O que fazer no Pelourinho?

Largo do Terreiro de Jesus – ponto de partida para quem quer conhecer a região, lá é onde se localizam a Catedral Basílica, a Igreja de São Pedro dos Clérigos e a Ordem Terceira de São Domingos de Gusmão, além de diversos bares para quem já quer provar a culinária tipicamente baiana.

Igreja e Convento de São Francisco – situados a cerca de 200 metros do Largo do Terreiro de Jesus; a fachada tímida esconde a imensa quantidade de ouro existente no interior da igreja e pinturas em quase 55 mil azulejos portugueses retratando a vida de São Francisco, os quais, por si só já fazem a visita valer a pena.

Ladeiras – fundamentalmente, são três ladeiras que ficam repletas de lojas de artesanato, museus e restaurantes tipicamente baianos, servindo suas delícias. Os nomes das ruas podem variar conforme a pessoa que esteja informando, mas você pode conhecê-las como: Porta do Carmo, Maciel de Cima e Maciel de Baixo.

Pelourinho (fonte: //viagemeturismo.abril.com.br)

Solar do Ferrão – também chamado de Museu Abelardo Rodrigues, o museu é um dos mais famosos do Pelourinho e conta com objetos representantes de diversas expressões artísticas, como a Arte Sacra, Arte Popular e Africana, além de ter uma seção exclusivamente de instrumentos musicais.

Exposições de artistas locais – além da cultura histórica predominante no local, o Pelourinho abriga exposições artísticas diversas, como é o caso do Ateliê de Enock Silva e da exposição de Menelaw Sete, sendo ambos extremamente importantes para a consolidação da cultura baiana.

Olodum – situado na Rua das Laranjeiras, o bloco Olodum tem uma escola e uma loja no Pelourinho, de modo que os turistas da cidade podem conhecer de perto o trabalho dos artistas.

Palácio Rio Branco – construído juntamente com a fundação da cidade, em 1549, carrega grande renome histórico pelo fato de ser o ano em que o Brasil conseguiu unidade política. Atualmente, conta com belíssima decoração e diversas obras de arte.

Há ainda, ao longo das ruas e ladeiras, diversos museus e atrações que valem a pena ser visitados. Lembrando ainda que não é recomendado ir com adereços nos pulsos ou pescoço, além de ser necessário ter cuidado redobrado ao andar por lá.

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