Museu do Amanhã, onde o futuro ocupa um espaço no presente

O Museu do Amanhã é um dos museus mais modernos do país, localizado no Rio de Janeiro a 67 km da cidade imperial, Petrópolis, e a 171 km de Rio das Ostras. Inaugurado em 2015, um ano antes das Olímpiadas sediadas no belíssimo Parque Olímpico; o museu faz parte do projeto Porto Maravilha, cujo objetivo era revitalizar algumas áreas do Rio; e conta com uma área surpreendentemente linda de 15 mil metros quadrados.

Museu do Amanhã (foto: https://museudoamanha.org.br/pt-br/content/hor%C3%A1rio-de-funcionamento)

Situado na zona portuária da cidade maravilhosa, ele já chama atenção inicialmente por sua imponente arquitetura, a qual é reconhecida como um cartão postal da cidade. Mas, não é só por isso que o museu chama atenção: por ser um museu de ciência, que aborda algumas questões, tais como como as atitudes antrópicas do presente que irão afetar o futuro da humanidade; unindo tecnologia e arte, cativa centenas de milhares de pessoas que passam por lá todos os anos. Mas, então? Que tal conhecer um pouco mais sobre essa atração fluminense?

Como chegar?

Se você busca praticidade, talvez a melhor opção seja por meio do metrô; uma vez que há a estação Parada dos Museus bem próximo ao museu. Desse modo, partindo da zona Sul, pegue um metrô até a Cinelândia, e posteriormente até a Parada dos Museus. Partindo da Zona Norte,

Exposição (foto: https://infograficos.estadao.com.br/cidades/museu-do-amanha/capitulo-2.php)

vá até a estação Carioca, e depois até a Parada. Todavia, também há a opção de ir de ônibus, táxi, Uber, ou, se preferir, com seu próprio veículo.

Visitação do Museu do Amanhã

Do lado de fora, o espetáculo já é garantido; uma vez que a enorme construção branca cercada por espelhos d’água e ciclovias já é uma atração por si só. Todavia, no interior, o visitante viaja no tempo. Literalmente.

Para entrar no museu, é necessário pagar ingresso; embora haja opção de meia entrada; e até mesmo entrada gratuita para alguns grupos, como professores e alunos da rede pública, por exemplo. Ao se chegar no interior, há diversas interações digitais, que permitem que o visitante se desligue do mundo à sua volta. E vale lembrar também que há exposições permanentes e temporárias.

Museu do Amanhã (foto: https://tribunadaserra.com.br/fim-das-filas-museu-do-amanha-inicia-venda-de-ingresso-online/)

Durante o trajeto, o turista é levado a uma exposição mais sensorial; de modo que passa pelas alas Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhã e Nós. Nessas alas, o visitante tem a experiência audiovisual de se conectar com o universo, ao ser apresentado como sendo constituído do mesmo material das estrelas; é levado a se questionar sobre qual o seu papel no mundo; quais são as projeções para o futuro; como cada ação humana pode influenciar no futuro do planeta, e diversas outras reflexões muito interessantes. Sendo assim, o Museu do Amanhã não é uma exposição de objetos, como ocorre na maioria dos museus; mas uma exposição de ideias, de modo a contribuir para a formação científica do cidadão.

Vale lembrar ainda que lá, o visitante pode tirar belíssimas fotos do pôr do Sol, sendo um local indispensável aos amantes da fotografia; tem a oportunidade de entrar em contato com inteligência artificial; e diversas outras atrações que encantam desde os mais jovens, até os mais experientes. Não deixe de fora do seu roteiro!

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